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Blog de lschramm
 


Machismo cigano

O dito machismo presente entre as culturas ciganas é assunto bastante polêmico… O que podemos dizer é que, na maior parte das vezes, esta afirmação é verdadeira.

O homem ocupa a função de patriarca, de chefe da família, na maioria dos grupos ciganos, sendo que deve ser respeitado como tal. À mulher cabe o cuidado para com os filhos e o marido, assim como os afazeres domésticos. Em alguns grupos clãs, a mulher além de dever obediência total ao marido, raramente opina nas questões mais importantes. E, olhando por este prisma, realmente veremos a sociedade cigana como extremamente machista.

No entanto, ao encararmos por um outro ângulo veremos que também é de incumbência do homem cigano, na maior parte dos clãs, proteger a família, assim como ser o braço forte no âmbito familiar. Também este homem deverá ser a sua esposa não só fiel, como também ser seu apoio e segurança.
Às mulheres cabe o papel de transferir ao marido e aos filhos a docilidade feminina, assim como incentivar o companheirismo e o amor familiar. A esta mulher também recairá a responsabilidade de ensinar a prole os bons valores, a beleza da vida e seus encargos, bem como manter este lar em um ambiente alegre e aconchegante.

Vamos dizer, pois, que os papéis são muito bem definidos entre homens e mulheres e, que, de certa forma, os valores representados na unidade familiar cigana são relativamente conhecidos, apesar de antigos se comparados a atual sociedade não-cigana. Pode-se concluir que o dito machismo cigano não passa de uma questão de ponto de vista ou mesmo de criação.

O cigano é um povo apegado aos seus próprios conceitos e isso se explica de uma forma bastante simples. Foi este um povo perseguido ( e ainda é acossado, na maior parte das vezes), vítima de todo tipo de preconceito e de uma mítica equivocada a seu respeito. É normal que sejam defensivos e, que esta conservação esteja galgada na preservação de seus valores tradicionais, bem como em sua forma de viver e coexistir entre seus pares. São defensivos quanto aos conceitos externos, especialmente os valores provenientes dos possíveis criadores de tal discriminação. Daí, a existência de costumes e hábitos já decadentes na sociedade gadjô (não-cigana) como os descritos, que ainda são correntes no meio cigano.

Errados? Certos? Difícil de dizer. Como já se afirmou, tudo pode apenas residir em uma questão de concepção e entendimento ou até de formação. O importante é que resida e impere a compreensão e a sabedoria na compreensão das culturas diversas – tanto para ciganos, quanto para não-ciganos.

Por Lyanka Alexys
Professora de Dança e Cultura Cigana .



Escrito por lschramm às 04h43
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Escrito por lschramm às 01h33
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Meu Poema

Soubesse eu fazer poesia...
de noite, de dia
fazer por fazer.

Ser hábito, um vício,
loucura ou ofício,
mantendo acesa a lâmpada mágica
e pôr sempre à mesa a lúdica ou trágica...

Quem dera pudesse compor melodia
Um som de euforia, feitiço e pecado
e dar meu recado sem medo e sem dó
pra quem vive triste, vazio e tão só...

Se ao menos soubesse que a fome da lira
se mata com versos
de sonhos impressos em qualquer papel...


E a sede de um dia levar alegria,
sentido e paixão
a cada criança e adulto carentes
de mais um foguinho em seu coração...

São sonhos somente ou mera preguiça?
Não faço justiça ao que Deus me dará,
por graça e por obra, me fazendo amar
por meio de versos que vêm ensinar:
Que a vida e o destino
são como um menino
que corre sereno
até ficar pleno
de amor e de paz...

Quem sabe algum dia
me encontre em mania
de fazer feliz?
Quem sabe com o tempo
me torne o rebento
de um grande juiz
que saiba fazer de cada momento
acontecimento, nova diretriz?

E versos vagueiam em minha cabeça...
Talvez eu mereça mais esta missão:
De fazer criança cada criatura
ou caricatura de uma solidão...


Começo a entender que tudo o que faço
não me traz cansaço, não faz ansiedade,
pois vem da verdade da minha ilusão
de ser um poeta ou mesmo profeta
de todos que existem e dos que virão.

Buscando a centelha que a Deus se assemelha
em minha paixão,
começo a sentir que, além da cabeça,
também é preciso abrir coração.
E entregar- se por inteiro
Saber deslizar na grande espiral
que sobe, que desce, que é bem e que é mal.

Ah! Soubesse
Meu Poema

Soubesse eu fazer poesia...
de noite, de dia
fazer por fazer.

Ser hábito, um vício,
loucura ou ofício,
mantendo acesa a lâmpada mágica
e pôr sempre à mesa a lúdica ou trágica...

Quem dera pudesse compor melodia
Um som de euforia, feitiço e pecado
e dar meu recado sem medo e sem dó
pra quem vive triste, vazio e tão só...

Se ao menos soubesse que a fome da lira
se mata com versos
de sonhos impressos em qualquer papel...


E a sede de um dia levar alegria,
sentido e paixão
a cada criança e adulto carentes
de mais um foguinho em seu coração...

São sonhos somente ou mera preguiça?
Não faço justiça ao que Deus me dará,
por graça e por obra, me fazendo amar
por meio de versos que vêm ensinar:
Que a vida e o destino
são como um menino
que corre sereno
até ficar pleno
de amor e de paz...

Quem sabe algum dia
me encontre em mania
de fazer feliz?
Quem sabe com o tempo
me torne o rebento
de um grande juiz
que saiba fazer de cada momento
acontecimento, nova diretriz?

E versos vagueiam em minha cabeça...
Talvez eu mereça mais esta missão:
De fazer criança cada criatura
ou caricatura de uma solidão...


Começo a entender que tudo o que faço
não me traz cansaço, não faz ansiedade,
pois vem da verdade da minha ilusão
de ser um poeta ou mesmo profeta
de todos que existem e dos que virão.

Buscando a centelha que a Deus se assemelha
em minha paixão,
começo a sentir que, além da cabeça,
também é preciso abrir coração.
E entregar- se por inteiro
Saber deslizar na grande espiral
que sobe, que desce, que é bem e que é mal.

Ah! Soubesse eu fazer poesia...
Eu logo diria que vamos crescer
infinitamente, sem volta ou rodeio

É o único meio da gente viver!
<
eu fazer poesia...
Eu logo diria que vamos crescer
infinitamente, sem volta ou rodeio

É o único meio da gente viver!

<



Escrito por lschramm às 01h19
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Amor Cigano Neste mundo vou vivendo Triste e aos poucos morrendo Quem eu amo não me ama ! V a c i l e i ! D a n c e i ! Hoje retorno ao passado Tua lembrança me deixa angustiada Acordo pelas madrugadas assustada Choro ! Quero de volta o perdido Onde andarás ? Em que braços adormeces? Hoje meu maior tormento É tê-lo sempre no meu pensamento Queria ter no presente Para...No futuro... Viver intensamente o amor Tirando do meu peito toda dor A dor de haver perdido o teu amor Autora Ranynha Direitos @utorais Reservados

Escrito por lschramm às 01h17
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O pior inimigo: a auto-sabotagem!

Quando estamos bem, quando tudo está correndo como o planejado entra em cena a AUTO-SABOTAGEM, a traição começa dentro de nós mesmos! O grande inimigo a vencer não se encontra lá fora e sim dentro de cada um de nós e age no silêncio do dia-a-dia, escondido entre os nossos medos, anseios e dificuldades.

 

Dificilmente percebemos que nos auto-sabotamos. Por que isso ocorre?

O que acontece quando estamos muito bem e as pessoas do nosso circulo não estão bem? Na maior parte do tempo nos sentimos culpados! Sentimos que não somos merecedores. Muitas vezes não bastam os obstáculos naturais que a vida e as situações nos colocam,  somos mestres na arte de encontrar dificuldades, criar obstáculos e  complicar tudo o que puder ser facilitado.

 

Todos nós queremos as mesmas coisas, que é a realização, o sucesso e a felicidade em todos os aspectos. Dentro de nós existem muito mais medos e receios do que podemos imaginar. Apesar de querermos a felicidade usamos mecanismos de auto-sabotagem, sem perceber, colocando muitas barreiras e empecilhos que acabam por nos impedir de atingir nossos objetivos.
Na maioria das vezes, é muito difícil entender que as dificuldades que encontramos no caminho estão saindo exatamente da mesma fonte, ou seja, da nossa cabeça, da nossa maneira de pensar e de agir.

 

Mentimos para nós mesmos!

Nos enganamos e usamos muitos disfarces e desculpas. Cada vez que duvidamos da nossa capacidade em superar obstáculos, cultivamos um sentimento de covardia interior, que bloqueia nossas emoções e nos paralisa. Muitas vezes não queremos pensar no que estamos sentindo já que temos dificuldade para lidar com os nossos sentimentos sem julgá-los. Enfrentar nossos sentimentos requer de nós  sinceridade e compaixão. Caímos em armadilhas criadas por nós mesmos. A auto-sabotagem tem muitas origens e também muitas formas de se manifestar.

Para saber como fazemos isso devemos começar respondendo a seguinte pergunta: "O que eu sei de mim mesmo que preferia não saber?". A resposta deve gerar em nós um autoconhecimento,  é através dele que começamos a desarmar o mecanismo de auto-sabotagem. Quando percebemos o mecanismo que estamos acionando, quando começamos a  identificar dentro de nós mesmos as razões para nossos fracassos, já estamos com meio caminho andado.

 O primeiro passo, e que geralmente acontece dentro de um processo de psicoterapia, é rever as próprias atitudes, deixar claro para si mesmo o que se quer da vida e o que se está fazendo para chegar lá. Muitas vezes, aquilo que se quer está claro, mas os métodos que estamos usando para chegar lá estão levando a caminhos totalmente opostos, e exatamente aí pode estar acontecendo a auto-sabotagem. Nós nos auto-sabotamos quando saímos do nosso propósito de vida.
Somente pelo processo de autoconhecimento, bem como o conhecimento real dos nossos objetivos, anseios e metas, onde queremos chegar e quais os caminhos e métodos que iremos escolher para alcançar, é que podemos entender se estamos ou não nos sabotando. E, se estamos fazendo isso, porque estamos tendo essa atitude, porque estamos sendo inimigos dos  nossos próprios sonhos e desejos.
Muitas vezes o medo da mudança é maior do que a força para mudar, pense nisso!

 





Escrito por lschramm às 00h01
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O que faz bem para a saúde?

Acho a maior graça.

Tomate previne isso,cebola previne aquilo, chocolate faz bem, chocolate faz mal, um cálice

diário de vinho não tem problema, qualquer gole de álcool é nocivo, tome água em

abundância, mas não exagere...

Diante desta profusão de descobertas, acho mais seguro não mudar de hábitos.

Sei direitinho o que faz bem e o que faz mal pra minha saúde.

Prazer faz muito bem.

Dormir me deixa 0 km.

Ler um bom livro faz-me sentir novo em folha.

Viajar me deixa tenso antes de embarcar, mas depois rejuvenesço uns cinco anos.

Viagens aéreas não me incham as pernas; incham-me o cérebro, volto cheio de idéias.

Brigar me provoca arritmia cardíaca.

Ver pessoas tendo acessos de estupidez me embrulha o estômago.

Testemunhar gente jogando lata de cerveja pela janela do carro me faz perder toda a fé no ser

humano.

E telejornais... os médicos deveriam proibir - como doem!

Essa história de que sexo faz bem pra pele acho que é conversa, mas mal tenho certeza de que

não faz, então, pode-se abusar.


 



Escrito por lschramm às 00h00
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CONTROLE

AUTOCONTROLE

Responda rápido: Qual a diferença entre autocontrole e disciplina?

Auto-controle no caso serviria pra me impedir de fazer coisas que eu quero fazer, mas não devo fazer, será que é só isso?

E disciplina aonde entra?

Pra muita gente auto-controle tem uma conotação negativa. Tanto quanto disciplina.

"Pequenos passos, mas muitos deles, terminam rapidamente a distância!"
-- Zane Grey

foto on/off swiitch - Chris Roselli

Autocontrole – requisito para ser feliz  ?!?!?!?!?!

Algumas pessoas acreditam que o autocontrole é um comportamento necessário apenas quando elas têm problemas, sendo algo a ser trabalhado em processos terapêuticos, como, por exemplo, quando existe a necessidade de emagrecer, de abandonar um vício (bebidas, drogas,

jogos etc.), de aprender formas adaptativas de comportamento sexual, de livrar-se de uma obsessão, de vencer a timidez etc. Entretanto,  autocontrole é necessário o tempo todo e não só quando temos problemas.

Comportamentos bastante corriqueiros são exemplos de  autocontrole. Por exemplo, quando você programa o despertador para acordar no horário e, assim, não chegar atrasado ao trabalho, você está se autocontrolando. Ao afastar-se de uma pessoa que está dizendo coisas com as quais você não concorda, para evitar uma discussão, você também está se autocontrolando.

Apesar de o autocontrole ser um comportamento corriqueiro em nossas vidas,

freqüentemente, somos colocados diante de contingências em que é difícil tomar uma decisão

e, nestes casos, podemos ter dificuldade para decidir o que fazer.

A disciplina mental é a condição mais importante para a prática do autocontrole.

Ela pode ser exercitada através de técnicas de relaxamento e de meditação.




Escrito por lschramm às 23h53
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OUVIR É BOM D+

Você sabe ouvir?

 

Tão importante quanto saber falar, é saber ouvir. Muitas vezes somos traídos pela tendência de falar sem pensar. Podemos dizer que saber ouvir caminha ao lado de saber falar; sugiro agora uma pequena reflexão: quantas vezes respondemos antes que nosso interlocutor tenha concluído seu pensamento?

Quantas vezes começamos a ficar impaciente enquanto o outro procura fazer-se entender?

Quantas vezes apressamos, monopolizamos paralisamos os que tentam exprimir seus pensamentos, com a nossa expressão facial de desaprovação, invalidação, menosprezo e desqualificação?

Quantas vezes já fizemos com que o outro parasse de falar, por sentir que não adianta tentar completar seu pensamento?

Baseado nessa reflexão como estão suas relações interpessoais?

Saber ouvir exige que façamos opção consciente em apreender o que se passa com o outro, de forma solidária e sem preconceitos, com o objetivo de buscarmos o entendimento.

O diálogo nem sempre é uma tarefa fácil, pois envolve a disponibilidade para aprender novas idéias, quando antes gostaríamos de ensinar; humildade para reconhecer que não somos perfeitos e que não sabemos tudo a respeito de todos os assuntos e admitir a coerência de fundamentos e idéias que não são nossos.

Ouvir é muito diferente do ato de escutar. Escutar é o uso puro e simples do sentido da audição e só não escuta quem é surdo. Ouvir vai além do simples ato de escutar, é uma ação mais profunda pois nos envolve por inteiro e é um processo ativo, ao contrário do que muita gente imagina.

É também, a mais extraordinária das artes a ser dominada pelo homem. ouvir é renunciar! Vivemos imersos em cogitações pessoais e é raro conseguirmos passar algum tempo sem pensar em nós mesmos. Talvez por essa razão a maioria das pessoas ouça tão mal, ou simplesmente não ouça.

Sugiro alguns pontos que podem lhe ajudar a ser um melhor ouvinte:

-Fale menos, pois você não pode ouvir enquanto estiver falando.
-Deixe o outro terminar suas frases sem interrompê-lo.
-Ouça sem ficar contra-argumentando internamente, isto dificulta a sua compreensão.
-Acalme a sua mente! Não discuta mentalmente enquanto ouve!
-Controle suas emoções, pois elas podem constituir sérias barreiras à comunicação eficaz.
-Coloque-se no lugar do outro para poder compreender o que ele está dizendo.
-Pergunte quando não entender, quando sentir que precisa de mais esclarecimentos; e também quando desejar mostrar que está escutando.
-Reaja às idéias e não à pessoa.
-Discordância não é sinônimo de rejeição.
-Evite julgamentos precipitados, espere até que todos os fatos sejam colocados antes de fazer qualquer julgamento. Quando os fatos colocados o abalarem emocionalmente, diga que vai esperar algum tempo antes de responder, aproveite esse tempo para refletir e só depois responder. Quando compreendemos o outro, muitas vezes passamos a nos compreender melhor.
-Olhe nos olhos enquanto conversa e encoraje o outro a continuar falando.
-Não converse assistindo à televisão ou lendo um jornal, alem de falta de respeito e de educação, desestimula o diálogo e impele o outro a buscar outras pessoas para falar (até mesmo sobre você).

Saber ouvir leva tempo, prática e paciência. É uma arte que mantêm vivos o respeito, a afeição, a amizade, o sentimento de confiança que o outro deposita em nós. Faz com que nossos clientes, colegas de trabalho, filhos, cônjuges e namorados, sintam-se como pessoas importantes e amigos privilegiados.

Assuma, hoje mesmo, um compromisso de falar menos e ouvir melhor.





Escrito por lschramm às 23h51
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A capacidade da superação: resiliência

(*) Katia Horpaczky

 

Você conhece? A palavra tem sonoridade estranha e significado ainda pouco conhecido, mas pode fazer a diferença na sua vida. O conceito vem da física: é a propriedade que alguns materiais apresentam de voltar ao normal depois de submetidos à máxima tensão. Pois é: vem contando pontos como competência humana a habilidade do elástico, ou da vara do salto em altura —aquela que enverga no limite máximo sem quebrar, volta com tudo e lança o atleta para o alto.

A resiliência é caracterizada por um conjunto de atitudes adotadas pelo ser humano para resistir aos embates da vida. O termo vem de uma propriedade da Física sobre a capacidade que os corpos têm de voltar à sua forma original, depois de submetidos a um esforço intenso. Fazer a simples transposição da Física para a Psicologia não é possível porque, aplicado aos seres humanos, o conceito se destaca exatamente pela capacidade do indivíduo dar a volta por cima das situações de risco e voltar TRANSFORMADO, crescendo com a experiência.”

 

No caso do ser humano, este limite chama-se viver as suas emoções. E, para que alguém possa viver suas emoções no trabalho, é preciso respeito à dignidade e reconhecimento pelo que se faz. É preciso que as regras sejam claras e que as idéias sejam compartilhadas e comunicadas adequadamente.

 

 

 

Katia Horpaczky é Psicóloga Clinica e Organizacional, Psicoterapeuta Sexual, Familia e Casal, Especialista em Workshops Vivenciais e Jogos Organizacionais.
E-mail: katia@rodadavida.com.br

 Tel: (11) 5573-6979

 



Escrito por lschramm às 23h50
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http://katia.rodadavida.zip.net/listArchive.html

Escrito por lschramm às 23h48
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DISCIPLINA

Disciplina é uma palavra que tem a mesma etimologia da palavra "discípulo", que significa "aquele que segue".

 

Auto-disciplina é a habilidade de aderir a ações, pensamentos e comportamentos que resultem em crescimento pessoal,

sem disciplina, você nunca irá a lugar nenhum.

 Uma pessoa sem disciplina pode ter um potencial enorme, mas terá dificuldade de atingir seus objetivos.

 

Os quatro elementos necessários para desenvolver
a auto-disciplina são:

1) Motivação;
2) Objetivos;
3) Auto-controle;
4) Persistência.

 

COMO FAZER?

No entanto, algumas pessoas acreditam que essa disciplina é, em si mesma, um dom. Quanto a isso, tenho boas notícias. Não é verdade. Disciplina se aprende. E, como um músculo, pode ser treinada. Veja como:

1 - Acabe com as desculpas.

Seres humanos são especialistas em desculpas, e em encontrar bodes expiatórios. O fato de que a situação não está boa, ou de que fulano fez algo que o boicotou não é razão suficiente para que você deixe de fazer todo o possível para ter sucesso e ser feliz.

Lembre-se que cada vez que você atribui um dos seus problemas a uma instituição ou a uma pessoa, você abre mão de seu único poder: o poder sobre si mesmo. Algo ou alguém podem realmente ser a origem dos seus problemas. Mas a solução deles só terá uma origem: você. Portanto, deixe de lado "eles" e o possível mal que lhe causam ou causaram. Pense em como você irá evoluir e vencer.

2 - Comece devagar.

Nenhum campeão de halterofilismo começou levantando 200 quilos. Nem você vai se transformar no que quer ser em um dia. Você também não irá conseguir ser um exemplo de disciplina em apenas um dia.

Mirar alto é bom e é necessário. Mas o sucesso é a soma de pequenos passos. Como um atleta em treinamento, você começará andando, depois andando depressa, depois correndo.

Estabeleça metas modestas - manter seus papéis organizados, ou responder a todos os telefonemas que deve responder. Quando estiver bem treinado, exija mais de si. Como um músculo que se torna mais forte, a disciplina irá se tornar um hábito cada vez mais arraigado a cada vitória sobre si mesmo.

3 - Não há exceções

Uma vez que tenha estabelecido sua meta inicial de disciplina, não faça exceções. Quando começamos a fazer exceções, as exceções se tornam a nova regra. E o seu objetivo vai por água abaixo. Por isso que é preciso começar aos poucos, com coisas que você seja efetivamente capaz de fazer.

4 - Não se considere um messias ou um mártir

Não existe nada mais incomodo do que um ex-fumante que se dedica a "converter" os fumantes na sua campanha contra o fumo. Da mesma forma, O fato de você ter optado por ser uma pessoa disciplinada - e portanto vencedora - não significa que, a partir de agora, você irá exigir que todos ao seu redor vivam pelos seus novos parâmetros.

Também não significa que você irá cumprir as tarefas que se impôs como se fossem uma cruz que carrega. Afinal, se você mantiver os olhos no horizonte, verá sempre a meta que tem à frente. E a disciplina diária será apenas um hábito que incorporou para chegar a essa meta. Portanto, faça um favor a si e aos que vivem com você - faça também da alegria uma nova disciplina.

 



Escrito por lschramm às 23h47
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APRENDER

Aprender com os erros

 

Para podermos falar de como nos separamos, precisamos antes entender o modo como nos relacionamos. Sempre vivemos na crença do “amor eterno”, que tem de durar a vida toda. A verdade é que nos recusamos a encarar o momento da separação como ele é, ou seja: uma passagem.

Então por que tanta dificuldade? Vamos tentar entender.

 

No amor, existe a arte da ruptura, assim como a da conquista. Então, podemos dizer que a separação é a repetição, em negativo, da surpresa do amor que acaba sendo valorizado e reconhecido pela dor. A separação de uma forma dolorida é uma maneira de anunciar que o amor existiu e que se viveu uma verdadeira historia de amor.

 

Então, se não sofremos com a separação fica no ar a dúvida de que realmente era um amor verdadeiro. “Será que vivi uma história de amor ou apenas um ‘delírio amoroso’, uma paixão passageira”?

 

Um ponto que nos atrapalha muito é a vergonha que sentimos quando terminamos uma relação. Ora, com o rompimento vem junto a idéia de fracasso, derrota, incompetência e.......até mesmo de morte! Ora, quando pensamos assim deixamos de ver que é possível aprender com essa relação.

Precisamos ver que o fim de um amor faz parte da nossa existência. É um fim de um ciclo. Nada é eterno. Há tempo de plantar e colher. Cada um de nós tem sua própria experiência e suas necessidades. Quando um relacionamento acaba devemos analisar nosso comportamento pois assim não repetimos os mesmos erros em um próximo relacionamento.

 

Guardando os momentos bons!

 

Terminamos mal nossas histórias de amor porque não sabermos lidar com as experiências e lembranças de relações passadas. Uma das maiores dificuldades é como lidar com a felicidade que vivemos e como utilizá-la agora. Esquecemos que o fim de um amor é também parte da nossa historia. O que vivemos nessa história de amor, as alegrias, as tristezas. Tudo ficará marcado em nossa história de vida.

 

Seja corajoso o bastante para aceitar a ajuda das pessoas. É saudável procurar consolo e apoio dos amigos quando terminamos uma história de amor. É bom compartilhar os sentimentos, as impressões, alguém em quem você confia e se sinta à vontade. Se for muito doloroso para você, não hesite em procurar o apoio de um psicoterapeuta.

 

O mais importante é não se isolar da vida, abrir mão das coisas que você gosta. Além do contato com parentes e amigos, procure ficar cercado de coisas que você sempre quis: um aquário com peixes ou mesmo alguns vasos de plantas.

 

Cuidar de uma planta todos os dias ou até mesmo alimentar um peixinho dá a sensação de que a vida continua e está aí para ser vivida.

 

“Saber viver o fim de um amor é saber viver!”

(Franco La Cecla)

 





Escrito por lschramm às 23h46
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Começar de Novo

Começar de novo

(Ivan Lins e Victor Martins)

Começar de novo e contar comigo
Vai valer a pena ter amanhecido
Ter me rebelado, ter me debatido
Ter me machucado, ter sobrevivido
Ter virado a mesa, ter me conhecido
Ter virado o barco, ter me socorrido
Começar de novo e contar comigo
Vai valer a pena ter amanhecido

Sem as suas garras sempre tão seguras
Sem o teu fantasma, sem tua moldura
Sem suas escoras, sem o teu domínio
Sem tuas esporas, sem o teu fascínio
Começar de novo e contar comigo
Vai valer a pena já ter te esquecido
Começar de novo



Escrito por lschramm às 23h39
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separação ñ é o fim

A separação não é o fim de tudo

Para essa semana, dedico esse meu artigo  a uma amiga que está enfrentando uma separação.

E quem já não passou por isso, não é mesmo? Então fica como reflexão! Boa Noite!

beijos no coração!

A separação não é o fim de tudo

 

 

“Começar de novo e contar comigo

 vai valer a pena ter sobrevivido!” Ivan Lins e Victor Martins

 

São raras as pessoas que lidam bem, de uma forma saudável, com a separação. A maioria sofre muito, fica abalada, deprimida, tem dificuldades em recomeçar a vida sozinha. São muitas as emoções despertadas pela separação. Todas essas emoções podem ser reduzidas a uma enorme e insuportável dor. A sensação, nessa hora, é de que a dor nunca mais vai passar.

 

No entanto, ela passa, pode acreditar. Claro que existem algumas coisas que podemos e devemos fazer para atravessar esse processo que pode ser tão doloroso. É um processo difícil, mas podemos sair dele mais fortes e conscientes.

 

As separações e os divórcios nunca foram tão numerosos como nos dias de hoje. Vamos pensar em alguns pontos: Por que o rompimento é tão mal? Por que sofremos tanto com o fim de uma relação? Por que a separação é sentida como tão negativa?

Você já se questionou sobre isso alguma vez? Você tem essas respostas?

 

 



Escrito por lschramm às 23h38
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Separação ñ é o fim



Escrito por lschramm às 23h35
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